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9 sinais incomuns de AVC em mulheres que ninguém fala

Os sintomas de um acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como derrame ou AVE, podem surgir de uma hora para outra, e dependendo da parte do cérebro que é afetada manifestam-se de forma diferente.

Porém, existem alguns sintomas que podem ajudar a identificar este problema rapidamente, como:

Acidente vascular cerebral em mulheres: causas, sinais e sintomas

9 sinais incomuns de avc em mulheres que ninguém fala

Quando se trata de um AVC há fatores de risco que atinge ambos os sexos, são eles:

  • Estar acima do peso
  • Falta de exercício físico
  • Pressão alta
  • Colesterol alto
  • Consumo de drogas, incluindo álcool e cigarros
  • Diabetes
  • Doença cardiovascular pré-existente

Mas as mulheres estão sujeitas a outros fatores que aumentam ainda mais os riscos, como:

  • Gravidez
  • Utilização de pílulas anticoncepcionais
  • Terapia de Reposição Hormonal (TRH)
  • Enxaqueca com aura (é um tipo de enxaqueca que dura entre 4 horas a 3 dias, mas na qual é habitual haver picos de 1 hora e longos períodos sem sintomas. Na enxaqueca com aura, além da dor de cabeça, o paciente sente também sintomas relacionados com o sistema nervoso, como distúrbios visuais, auditivos, sensitivos ou motores. O uso de anticoncepcional pode provocar a sintomas de enxaqueca com aura, uma vez que esse tipo de remédios pode provocar alterações na circulação de sangue.)

Sintomas de um AVC

Os sintomas de um AVC comuns entre homens e mulheres são:

  • Entorpecimento e confusão mental
  • Problemas com a visão
  • Fraqueza e tonturas
  • Dores de cabeça repentina e de causa conhecida

Entretanto, as mulheres podem apresentar sintomas únicos e incomuns ao sexo masculino. Conhecer esses sinais pode ajudar a salvar uma vida.

Veja quais são:

  • Desmaio
  • Falta de ar
  • Mudanças repentinas no comportamento
  • Agitação
  • Alucinação
  • Náuseas ou vômitos
  • Dor
  • Convulsões
  • Soluços

O que fazer em caso de suspeita

Em caso de suspeita de estar ocorrendo um AVC deve-se fazer o exame SAMU, que consiste em:

Geralmente, as pessoas que estão sofrendo um AVC não conseguem realizar as ações pedidas neste teste. Assim, caso isso aconteça, deve-se deitar a vítima de lado em um local seguro e chamar o SAMU ligando para 192, ficando sempre atento se a vítima continua respirando normalmente e, no caso de deixar de respirar deve-se iniciar a massagem cardíaca.

Mulheres e AVC: Fatores de risco e causas do aumento

Embora os homens tradicionalmente tenham mais AVCs, a taxa de AVC em mulheres vem aumentando nas últimas décadas.

Diversos fatores contribuem para essa tendência preocupante:

Fatores biológicos:

  • Diferenças hormonais: Alterações hormonais durante o ciclo menstrual, menopausa e uso de anticoncepcionais orais podem aumentar o risco de AVC.
  • Gravidez e parto: Complicações durante a gravidez e o parto, como pré-eclâmpsia e eclampsia, elevam o risco de AVC em mulheres.
  • Doenças autoimunes: Doenças como lúpus e artrite reumatoide são mais comuns em mulheres e podem aumentar o risco de AVC.

Fatores de estilo de vida:

  • Tabagismo: Fumar é um dos principais fatores de risco para AVC, e as mulheres fumantes têm um risco maior que os homens fumantes.
  • Obesidade: A obesidade é um fator de risco para doenças cardíacas e AVC, e as mulheres têm maior probabilidade de serem obesas que os homens.
  • Falta de atividade física: A inatividade física aumenta o risco de AVC, e as mulheres são menos propensas a praticar atividade física regular do que os homens.
  • Dieta inadequada: Uma dieta rica em gorduras saturadas e trans, colesterol e açúcar pode aumentar o risco de AVC, e as mulheres tendem a ter uma dieta menos saudável que os homens.

Fatores socioeconômicos:

  • Estresse: O estresse crônico pode aumentar o risco de AVC, e as mulheres geralmente enfrentam mais estresse do que os homens devido a responsabilidades familiares e profissionais.
  • Depressão: A depressão é um fator de risco para AVC, e as mulheres são mais propensas a sofrer de depressão do que os homens.
  • Acesso à saúde: As mulheres podem ter menos acesso à saúde preventiva e ao tratamento de doenças que aumentam o risco de AVC.

É importante destacar que esses fatores de risco são cumulativos, o que significa que ter mais de um fator aumenta significativamente o risco de AVC.

Algumas medidas que as mulheres podem tomar para reduzir o risco de AVC incluem:

  • Parar de fumar
  • Manter um peso saudável
  • Praticar atividade física regular
  • Ter uma dieta saudável
  • Controlar a pressão arterial, colesterol e diabetes
  • Gerenciar o estresse
  • Fazer exames médicos regulares
  • Consultar um médico se tiver algum sintoma de AVC

Ao tomar medidas para reduzir os fatores de risco, as mulheres podem ajudar a prevenir o AVC e melhorar sua saúde geral.

Remédio caseiro para prevenir derrame cerebral

Um ótimo remédio caseiro para prevenir o derrame cerebral, cientificamente chamado de AVC, e outros problemas cardiovasculares é consumir regularmente a farinha de berinjela porque ela ajuda a diminuir a taxa de gordura no sangue, evitando o “entupimento” das artérias por coágulos ou excesso de gordura.

No entanto, a berinjela também pode ser consumida cozida, assada ou em forma de suco, mas esta farinha parece ser mais facilmente utilizada pois não altera o sabor dos alimentos, e pode ser utilizada por muito tempo, sem contraindicações.

Ingredientes

  • 1 berinjela

Modo de preparo

Fatiar a berinjela e colocá-la no forno para assar até que desidrate completamente.

A seguir bata a berinjela no liquidificador, até que ela se torne em pó.

É aconselhado consumir 2 colheres (de sopa) de farinha de berinjela por dia, 1 no almoço e outra no jantar, polvilhada em cima do prato de comida ou misturada num suco, por exemplo.

Outras dicas para prevenir o derrame cerebral

Para melhorar o efeito benéfico da farinha de berinjela, também é importante ter alguns cuidado como:

  • Evitar o consumo de alimentos fritos e ricos em gordura como manteiga, margarina, bacon, linguiça, carnes vermelhas e presunto;
  • Dar preferência ao consumo de legumes, saladas e frutas,
  • Evitar os excessos alimentares;
  • Evitar refrigerantes e bebidas alcoólicas e
  • Praticar exercícios físicos regularmente.

Seguir estas dicas é importante para evitar o colesterol alto e a hipertensão que são fatores de risco para o derrame.

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