Comportamento

3 Características de mãe tóxica e controladora

Várias mães acreditam que são as melhores defensoras de seus filhos, mas na verdade prejudicam suas vidas. Ela acaba sendo uma mãe tóxica e controladora.

Existe uma linha tênue entre preocupação e controle, conselho e toxicidade, zelo e invasiva.

Quem já acompanhou a novela Amor de Mãe, teve um bom exemplo de mãe tóxica e controladora: Thelma, vivida pela atriz Adriana Esteves.

Características de mãe tóxica e controladora

3 Características de mães tóxicas e controladoras

O exemplo da personagem “Thelma” é apenas um dos muitos comportamentos que caracterizam as mães obcecadas pelos filhos.

Essas mães são controladoras, narcisistas e manipuladoras. Eles vêem seus filhos como uma qualidade cuja existência depende deles.

Este tratamento de mãe e filho começa na primeira infância – embora pareça disfarçado de zelo e o desenvolvimento da personalidade e das emoções atrapalhe a inteligência desde a infância até a idade adulta.

Veja como identificar esse tipo de mãe tóxica e controladora

Carência e insegurança

As mães tóxicas são pessoas carentes e inseguras. Eles usam seus filhos como um escudo para se esconder de sua insegurança e necessidade.

Para essa mãe, o filho representa alguém que precisa dela para tudo e, portanto, ela se sente mais útil, com o dever de proteger alguém.

Porém, à medida que a criança cresce e a mãe os vê tornando-se independentes, em vez de ensiná-los a desenvolver a independência, ela faz o contrário: começa a manipular as situações para que o filho sinta que ainda depende de ela por tudo.

O medo dessa mãe é ficar sozinha e sentir essa falta e essa insegurança novamente.

Projeção dos próprios desejos no filho

Você conhece a mãe que define tudo que sua filha deve ser desde a infância até a idade adulta? Ela leva a filha ao balé mesmo quando a menina não quer.

Escolha as roupas e o penteado que deseja que sua filha use. Tome decisões pela filha para que ela não cometa os mesmos erros da mãe.

Quando a menina quer fazer uma escolha própria, a mãe diz que não sabe escolher, não sabe fazer, ela não é boa o suficiente.

É a mãe que projeta na filha os desejos que ela não realizou para a própria vida. Ela vê sua filha como uma nova oportunidade de ser quem ela não era.

Controle obsessivo

Esta mãe deseja ter controle total sobre tudo o que o filho faz e pensa. Ela acredita que é assim que sempre o protegerá.

Ela não pode ver que o resultado será o contrário, pois quem não vive suas próprias experiências, mas não toma as próprias decisões erradas, não se desenvolve, não aprende a se proteger.

Esta mãe quer fazer tudo pelo seu filho, invade a sua privacidade, reduz as suas decisões e desejos porque não quer saber o que tem a dizer: só o que conta é meter na caixa para que ela esteja no controle.

À medida que a criança cresce e a mãe fica mais velha, ela tem medo de como tudo ficará quando ela morrer.

Mas ele não percebe que ela o impediu, a menos que ele seja independente.

O que fazer para ajudar?

Às vezes, nem a mãe tóxica nem a criança vítima de seu comportamento podem ver a realidade dos fatos.

Ambos vivem em um círculo vicioso, em uma relação de dependência e, muitas vezes, pensam que esta é a melhor maneira de viver.

Quando uma pessoa de fora entra nesta relação mãe-filho, como no caso de uma nora ou genro, os conflitos são evidentes.

É preciso ir devagar, mostrando aos poucos a essa criança que a forma como foi criada a impede de ser completamente independente e madura. Pode levar algum tempo, mas você precisa ter cuidado com suas palavras.

Depois disso, essa criança pode precisar iniciar a terapia para se livrar dos apegos da mãe. Em muitos casos, a criança sabe que tem um relacionamento tóxico com a mãe e está apenas esperando a oportunidade de sair de casa e viver suas próprias vidas.

Ainda assim, é importante oferecer suporte (incluindo sugestão de um profissional), conversar com calma e maturidade, dar tempo para pensar e tomar decisões, por ex. B. afaste-se da mãe ou aproxime-se dela sem se deixar levar pelo seu vitimismo.

É até possível tornar seu relacionamento mais saudável depois que a criança está curada.

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